João Pinto diz que eleição se ganha no voto e não no “tapetão” e critica Sandra que foi à Justiça para suspender eleição na API

O jornalista João Pinto, atual presidente da Associação Paraibana de Imprensa, e candidato a reeleição pela chapa API Sempre Unida, distribui nota, nesta sexta-feira (20), lamentando o posicionamento da professora da UFPB, Sandra Moura, de judicializar o pleito, através de uma ação, denunciando a existência de “cerca” de 100 sócios, que segundo a mesmo estão irregulares e não poderiam constar da lista de votantes, para o pleito que seria realizado nesta sexta, em Campina Grande, Guarabira, Patos, Pombal, Sousa e Cajazeiras, e neste sábado (21) em João Pessoa.

João Pinto disse que a reclamação de Sandra não procede e que a liminar que suspendeu a eleição será derrubada, com o desmentido da denúncia feita pela mesma, com a apresentação de documentação, já em poder do escritório de advocacia que faz a defesa da chapa API Sempre Unida. “Discordo da judicialização do processo eleitoral, do famoso TAPETÃO. Eleição se ganha no voto, e nossa trabalho, minha relação com o associado da API, me fazem acreditar e confiar, que vamos vencer o pleito, quando a Justiça liberar a votação”, afirmou Pinto, que tem como candidata a vice, a jornalista Sony Lacerda, atual diretora de Jornalismo do jornal Correio da Paraíba.

NOTA

O jornalistxa João Pinto, presidente da Associação Paraibana de Imprensa (API) e candidato à reeleição, vem a público, diante das insinuações inverídicas e cavilosas de membros da chapa da jornalista Sandra Moura, esclarecer o que se segue:

1 – Não é verdade que esteja acontecendo alguma irregularidade na eleição da API e o processo vem sendo conduzido pela Comissão Eleitoral, composta dos associados Gilson Souto Maior, Afra Soares e João Trindade, com transparência e respeito ao Estatuto da entidade, com o devido acompanhamento da chapa opositora.

2 – No dia 19 de maio de 2018 foi realizada uma Assembleia Geral no Auditório da API para elaborar o Regimento Eleitoral e eleger os membros da Comissão Eleitoral, tudo feito em conformidade ao que determina o Estatuto da API, em vigor.

3 – Em menor número na Assembleia, os membros da chapa da jornalista Sandra Moura, por quem temos respeito, abandonaram o Auditório se retirando da Assembleia, porque sabiam que perderiam todas as votações.

4 – Todos os novos filiados à API, na atual gestão, passaram pelo crivo da transparência e da legalidade, como determina o Estatuto da API, não havendo nenhuma irregularidade, conforme insinua a jornalista Sandra Moura.

5 – A chapa API Sempre Unida já contratou escritório de advocacia para derrubar a liminar que suspendeu a eleição da API e acredita na Justiça para corrigir insinuações e acusações da chapa contrária.

6 – A chapa encabeçada pelos jornalistas João Pinto (presidente) e Sony Lacerda (vice) faz uma campanha limpa, respeitando o Estatuto da API, e repudia, veementemente, acusações infundadas e mentirosas, feitas pelos membros da chapa de Sandra Moura (atual vice-presidente da entidade), que tentam induzir a Justiça ao erro.

7 – Por fim, acreditamos que vamos vencer a eleição, ao mesmo tempo em que condenamos a judicialização do processo eleitoral da API, o que mostra o desespero dos nossos adversários, que, à falta de votos, apelam para o ‘tapetão’.

João Pinto – Presidente da API